Redação
Uma operadora de caixa foi agredida por uma cliente dentro de um supermercado em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, na última terça-feira (10). A agressão foi registrada pelas câmeras de segurança do estabelecimento e o caso foi encaminhado à polícia como lesão corporal.
Segundo a vítima, Andreciely Rocha Rodrigues, a discussão começou por causa da ordem na fila. Em entrevista à repórter Rafaella Barros, ela relatou que a cliente já demonstrava comportamento ríspido desde o início do atendimento. A situação teria se agravado após o cartão da mulher não passar na máquina.
De acordo com a operadora, ela orientou a cliente a tentar novamente, mas a mulher optou por contar dinheiro e afirmou que a atendente deveria esperar. Andreciely então pediu que a cliente cedesse a vez para a próxima pessoa da fila enquanto organizava o pagamento, mas a solicitação foi recusada.
“Ela disse: ‘Agora você vai esperar eu contar o dinheiro e você vai me atender na hora que eu quiser’. Eu falei que não, que ela teria que chegar para o lado, para o cliente passar enquanto ela contava o dinheiro”, relatou.
Após a recusa, a operadora informou que não daria continuidade ao atendimento e chamou a fiscal do supermercado. “Foi o tempo de eu terminar de falar isso, que não ia atender ela, ela me grudou na minha cara, deu um tapa e puxou a unha no meu rosto”, afirmou.
A jovem, que trabalha no local há cerca de três meses, disse ter se sentido humilhada com a situação. “Eu me senti humilhada. Foi uma humilhação mesmo. Estou com vergonha de ir trabalhar amanhã”, desabafou. Ela também afirmou esperar que a agressora seja responsabilizada. “Ela tem que ter as consequências dela também, porque eu estava trabalhando”, declarou.
A fiscal e o segurança do supermercado intervieram na ocorrência, e a funcionária recebeu apoio da administração do estabelecimento.
O caso foi registrado pela Polícia Militar na 2ª Delegacia de Polícia de Trindade. A reportagem entrou em contato com a autora da agressão, com a gerência do supermercado e com a Polícia Civil para obter mais informações sobre a investigação, mas não houve retorno até a última atualização desta matéria.
Fonte: g1 GO
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